31.12.06
 
Bah.

(errou. tente aqui, agora)

Bobagem, bobagem e bobagem.

Navegar pela rede perto do fim de qualquer ano é um verdadeiro teste de paciência. Esperanças, desejos, considerações idiotas sobre o que passou. Tem gente que medalha sua "experiência de vida" dos últimos meses ao posto de Farol de Alexandria. Ai, meu saco.

Gente chata ao telefone - cuja única razão do número ainda constar em seu aparelho é justamente para alertá-lo contra o atendimento de uma ligação - ali, escorrendo por intermináveis cinco minutos de felicitações.

E o anverso pelo menos é menos tedioso, ainda que bobagem também. Como aquele bando de franceses que há algum tempo protesta contra a entrada de um ano novo. Bobagem por bobagem, pelo menos essa tem cheiro de uísque.

E, falando em encher a cara - e já que o ar estará recheado de citações pelas próximas horas - lhe desejo que sua tatuagem imediata seja algo em torno disso:

"Agora, com a bile do medo em sua barriga, escreva uma cena honesta e única."

Deixa comigo, seu McKee.
 

 


Faltam apenas para o seu mais espetacular acerto de contas contigo mesmo.
TRALHA ENCOSTADA NO CANTO:
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